![[oitocontos.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsxlF8Q05AFjeapLON9ox5dgVeVQbMYuuEH8yOm4WljSgPvDPG4JGj-BmYS33HkgTvL1Aazd9C3zGhtBtxZgSUxzD4LONHz3ga16pgUYHetkx_Kr_NhqJ77tGUYl-QnMLL8URfT8w_Ca4A/s1600/oitocontos.jpg)
Silvio voltou com oito nomes. oito vidas foram descritas pela visão de um casal perfeitamente chocado. Mas ali estavam oito suspeitos. Claro que qualquer um poderia ser culpado, mas a polícia trabalhava sempre com a primeira possibilidade de praxe: Um culpado. Sete inocentes. Determinar a maçã podre naquele inverno onde uma menina não teve sequer a mínima chance de sobrevivência para apontar o culpado, era uma tarefa díficil. Mas Ricardo gostava de tarefas assim.
Vejamos os nomes, ou se você gosta de mais mistério, vejamos o esboço rudimentar de um assassino. O lugarejo era divido deste modo:
Em frente à árvore onde o corpo foi encontrado, uma cabana cúmplice de camarote dos acontecimentos deste dia. Pertence a vivian, mas segundo os pais da menina, a moradora de 25 anos não voltava ali desde seus 18.
A vila então se abria, deixando a velha cabana abandonada como rainha das demais moradias no centro de tudo. Mais quatro almas á direita, três à esquerda.
Por ora, revelo apenas um nome. O primeiro nome. A pessoa que não voltou mais aquele lugar por 7 anos foi a pioneira da investigação. Mas apesar deste acontecimento parecer facilitar a vida do delegado, nada poderia ser discriminado, nem mesmo aproximadamente 2555 dias de afastamento dos fatos daquele 23 de março de 2009.

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