
— Suponho que posso lhe perdoar por esta
pequena indiscrição, christopher. Afinal, não
estamos casados ainda, e tudo indica que você
jamais verá esta... esta mulher outra vez. Pois,
claro, ela não é de nossa classe social.
Que ousadia!, pensou dulce, fuzilando a outra
mulher com os olhos. Aquela bruxa refinada
certamente merecia uma lição. dulce não era do
tipo de mulher que levava desaforo para casa.
— Mas, christopher, querido — murmurou
dulce com doçura, virando-se para ele. A face de
christopher tinha uma expressão de total
espanto —, você prometeu que continuaríamos
nos vendo, mesmo depois que estiver casado.
Lembra-se? Você disse que sua futura esposa
era tão fria que podia fazer o deserto do Saara
congelar e que paixão era uma palavra que ela
nunca ouvira.
— Não sei o que você está tentando fazer... — começou ele.
Maite o interrompeu.
— Bem, se é assim que você se sente em relação
a mim, pode esquecer o casamento e ficar na
cama com sua... amante.
Girando nos saltos altíssimos, ela saiu pela porta
como um vendaval.
— maite!
christopher começou a levantar-se, puxando o
lençol com ele, deixando dulce completamente
descoberta. Ela puxou o lençol de volta para si.
— Dê-me o lençol — ordenou ele por entre os
dentes.
Ela meneou a cabeça.
Ele puxou-o com força.
Ela puxou com mais força ainda, sempre
tentando cobrir os seios.
— De modo algum, seu grosso — disse ela.
continua

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