
dulce teve tempo somente de olhar a caixa e o
cheiro da geléia de morango do recheio a
nauseou.
— Oh, meu Deus!
Ela cobriu a boca com a mão e correu para o
banheiro.
Quando dulce acabou de vomitar, anahí
estendeu-lhe uma toalha e ajudou-a a voltar
para o sofá. Felizmente, a amiga removera os
biscoitos da sua vista.
— Meu Deus, querida, você está realmente
doente.
— Não estou brincando — murmurou dulce,
tampando os olhos com a toalha.
— Você já foi ao médico?
— Não, não tenho condições de pagar um.
— Há quanto tempo está assim?
dulce realmente gostava da amiga, mas gostaria
que ela parasse de fazer tantas perguntas. Tudo
que queria era ficar deitada ali e sofrer em paz.
Sabia que isso não aconteceria. anahí era uma
tagarela nata e, apesar de não ser muito mais
velha, às vezes, agia como sua mãe. Não seria do
estilo de anahí deixá-la sofrer sem obter algumas
respostas.
— Não me recordo exatamente. Talvez um mês.
— Humm.
dulce levantou um canto da toalha.
— O que isso pode significar?
— Não estou certa. Conte-me seus sintomas.
— Tudo me dá enjôo. Só de pensar em comida,
meu estômago dá uma reviravolta.
— Febre? Tosse? Congestão?
dulce meneou a cabeça, mas parou quando o
movimento revirou seu estômago novamente.
— Você foi cuidadosa?
Agora, aquela era uma pergunta tola.
— Suponho que não, caso contrário, como eu ia
pegar esse vírus?
anahí riu.
— Não querida, não foi o que perguntei. Eu
disse se foi cuidadosa com um homem.
continua

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