WebNovela: Viva Forever Capítulo 4

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

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Se o louro a seu lado pudesse


ser



chamado de luminoso, aquele


outro




sujeito



poderia ser chamado de


obscuro,




Ele a fazia lembrar-se de uma


nuvem



carregada de eletricidade


prestes a



produzir um re­lâmpago ou



trovão. dulce



tinha a impressão que ele a



mirava com intensidade. A



expressão do rosto





era de enfado e mau humor.



Se ele não queria estar numa



despedida de solteiro, por que



viera?



Ela tremeu. Nenhum sorriso.



Nenhum calor. O homem



sombrio lhe deu


uni certo nervosismo.




Estampando um vasto sorriso



na face, ela voltou a



atenção para a pequena



multidão ali em frente, fazendo



algazarra.



— Então quem é o sujeito de



sorte? — perguntou ela com




voz clara.



— Não sei se ele tem sorte,



mas o homem que vai se casar



está ali.



dulce olhou para o lugar que



ele apontara. Óculos com



armação de



tartaruga e um sorriso bobo.



Nada de espetacular, mas



alguém encontrara



boas qualidades nele, uma vez



que estava casando-se. Se ao



menos não




estivesse sentado tão perto do "


homem sombrio". Al­guma coisa



naquele



sujeito a incomodava.



Ela reprimiu o sentimento. Com




um elaborado gingar dos



quadris,



saracoteou pela sala, a fim de f



icar na frente do indivíduo que



eles haviam


apontado e iniciou sua dança



rotineira. Risadas encheram a



sala.




Mortificada, imaginou se



poderia engatinhar até uma das



mesas e



esconder-se por baixo da t



oalha branca. Um pensamento



tentador, só que o



deus louro já estava



apressando-se em sua direção.



— Não ele — disse o louro




comum toque de exasperação.



— Ele — continuou, apontando




agora em direção ao "homem



sombrio".



— Você só pode estar




brincando — pensou ela em voz



alta.




O homem obscuro veio em sua



direção com o cenho cerrado.



Quem em seu juízo perfeito se



casaria com um sujeito com ex­



pressão tão



severa? Ele parecia estar num



velório e não na sua festa de



despedida de



solteiro.



Uma mão no meio das costas




de dulce empurrou-a, até que



ela ficou na



frente dele. Um calafrio de



apreensão a dominou quando



fitou os seus olhos



cinza-metálicos. Mais pareciam



duas lâminas de aço, prontas



para feri-la.



Ela deveria ter pedido mais



dinheiro a Tom pelo serviço.



Sentindo um aperto na



garganta, engoliu a seco. Nem



sequer um esboço de



um sorriso na face do homem.






continua

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