
O louro lindo chegou e ficou na sua frente, a
expressão preocupada. Ela piscou duas vezes e
depois esfregou os olhos, que estavam [
embaçados.
— Deixe-me ajudá-la — ofereceu ele.
Pegando sua mão, dulce levantou-se. As pernas
bambeavam.
— Acho que é melhor levá-la de carro para casa.
— Isso não é uma má idéia. — Ela não podia
imaginar por que se sentia daquele jeito.
Somente bebera chá gelado. Será que pegara
uma gripe?
Colocando o braço em sua volta, ele a conduziu
para a porta.
— Não me sinto bem — murmurou ela.
— Cuidarei de você—disse o louro que se
apresentou como christian.
Ela sorriu, deixando-o carregá-la para fora, em
direção ao carro.
Por alguma razão, seus pés não queriam
cooperar.
A corrida de carro não era longa, apenas alguns
minutos, o que pareceu um pouco estranho,
uma vez que ela levara tanto tempo para chegar
à festa quando viera. Não que estivesse
preocupada. O louro fora gentil e educado
demais para ser um perigo iminente.
Ele até mesmo a ajudou a caminhar até a porta
do apartamento. dulce não podia recordar-se
que sua casa tivesse elevador.
Tantas coisas estranhas estavam acontecendo
naquela noite. Um solteiro que não parecia
prestes a casar-se. A sensação que ela tivera
quando olhara nos olhos dele.
Sua atenção voltou ao presente no momento
que o louro encostou-a contra a parede.
Sorrindo, ela correu uma mão sobre o papel de
parede.
— Olhe, eles mudaram a cor — comentou ela,
sentindo-se escorregar para os lados, mas ele a
segurou. — Obrigada, muitíssimo obrigada.
— Hora de ir para a cama.
Sim, era uma boa idéia, pensou ela quando ele a
conduziu em direção ao quarto. Seus olhos
estreitaram-se quando tentou focalizá-los no
ambiente. Podia jurar que seu quarto era em
outra direção.
Ele empurrou a porta com os pés para abri-la.
— Cuidado com a cadeira — disse ela quando
eles entraram.
continua

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