WebNovela: Viva Forever Capítulo 8

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

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Então riu. Não havia cadeira alguma. Mas quem


se importava? Nada parecia importar agora. É


claro, se ele acendesse a luz, ela provavelmente


poderia ver. O quarto estava tão escuro que


dulce quase não podia achar a cama, e quando a


distinguiu vagamente, esta oscilava como se


boiasse na água.


Mãos fortes ajudaram-na a sentar-se na cama.



Presilhas e botões foram desabotoados e a


fantasia magicamente desapareceu.


Ela ouviu uma respiração forte perto da orelha,


mas o som não foi reconhecido pelo seu cérebro


confuso.


— Ele pode não me agradecer amanhã, e você


provavelmente ja­mais me perdoará, mas não


posso deixá-lo cometer o maior erro da sua vida.


Algumas vezes, o irmãozinho aqui tem que


resolver as coisas com as próprias mãos.


dulce não tinha a mínima idéia sobre o que o


homem estava falando e realmente não se


importava. Sua cabeça caiu sobre o tra­vesseiro.


Instantaneamente, os olhos se fecharam, Ela


aconchegou-se debaixo das cobertas enquanto a


porta foi cerrada.


Em algum momento durante a noite, o lençol


desapareceu.


Embriagada, completamente grogue, ela virou-


se, o corpo avan­çando devagar em direção ao


calor que irradiava do outro lado da cama, só


parando quando o calor a envolveu, aquecendo,


não só seu corpo, mas sua alma também.


Sonhos sensuais se seguiram. Um depois do


outro. Em vez do louro bonito, o homem moreno


e obscuro invadiu seu mundo, o corpo grande


acoplando o seu. Mãos procurando e


acariciando. Corpos sua­dos movimentando-se


para encontrar desempenho erótico. E quando


seu clímax chegou, dulce soube que nunca


experimentara nada de tamanha magnitude


antes.


Na manhã seguinte, dulce acordou com uma


deliciosa sensação invadindo todo seu corpo.


Abriu os olhos, mas o brilhante raio de sol


imiscuindo-se através da janela fez sua cabeça


girar. Ela rapidamente fechou os olhos para


afastar os raios injuriosos, enquanto o


sentimento eufórico de apenas um minuto atrás


desaparecia.


Meu Deus, sentia-se como se tivesse sido


atropelada por um trator. O que acontecera na


noite anterior? As peças de um xadrez


começaram a se formar na sua mente. O louro


continuara a lhe dar chá, insistindo que aquilo a


faria sentir-se melhor. Uma suspeita começou a


se delinear. Ótimo! Ela caíra no mais velho


truque do mundo. Fora uma tola.


Imperdoavelmente tola.


Calor irradiava-se por todo seu corpo, enquanto


mais memórias dos sonhos eróticos que tivera


durante a noite invadiam-lhe o cérebro.



Mas o louro... não, é claro que não. Era educado


demais.


Um gemido masculino, seguido por um


movimento no outro lado da cama, a fez voltar-


se, ofegante. Eu o matarei, pensou encolerizada


quando ficou cara a cara com olhos cinza-


metálicos.




continua

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