
Meu Deus, o que ele fizera? Em vez de fazê-la
sentir-se melhor, dulce parecia que ia chorar.
Que Deus o ajudasse. Ou não conseguiria
conviver com uma mulher grávida pelos
próximos sete meses.
Ela era, com certeza, diferente de qualquer
mulher que conhecera. A única vez que maite
mostrara alguma emoção foi quando o pegou na
cama com dulce . Sua noiva anterior conservava
os sentimentos para si mesma.
Uma mulher chorando na frente de christopher
o deixava perdido. E ele temia que estivesse
prestes a ter uma mulher histérica nas mãos. Era
melhor pensar em alguma coisa real,
rapidamente.
— Olhe, se falei algo que a aborreceu, peço
desculpas.
Ele sorriu, mesmo que não tivesse idéia de que
estava se desculpando, mas o sorriso
desapareceu quando notou um brilho de
lágrimas não derramadas refletido nos olhos
dela. Ela fungou e o lábio inferior começou a
tremer.
— Você — o corpo dela se sacudia inteiro —,
você não me quer aqui.
— Se eu não a quisesse aqui, por que insistiria
que se mudasse para cá? — apontou ele,
exasperado.
— Por causa do bebê.
— Ouça, você está extenuada. Por que não se
deita por um momento? A excitação da
mudança a cansou.
Ele esperava que fosse isso realmente. Viver com
dulce daquele jeito seria o suficiente para deixá-
lo louco.
Ela assentiu.
Christopher suspirou aliviado. Pelo menos, ela
não ia chorar. Não saberia o que fazer se ela
chorasse. Durante os anos, aprendera tudo
sobre publicidade, mas absolutamente nada
sobre lágrimas de uma mulher.
Ambos levantaram-se e ele caminhou a seu lado
para o quarto.
— Estou certo de que poderemos conviver
muito bem pelos próximos meses. Se pensarmos
em nós como colegas de quarto num internato,
tudo funcionará esplendidamente.
Quando ela deitou-se, christopher puxou o
cobertor e cobriu-a.
— Tentarei — sussurrou ela com voz trêmula.
continua

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