WebNovela: Viva Forever Capítulo 2

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

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Uma sardinha prensada numa lata teria mais


espaço do que ela dentro



daquele enorme bolo de papelão, pensou dulce


maria. E se, por acaso,


nunca saísse dali?


Gotas de suor porejavam pelo rosto abaixo, e as


gotículas, como contas de


cristal, inundavam seu peito e deslizavam entre


os seios. Ela sorriu, arqueou


o traseiro e alisou a frente de seu traje contra os


seios.


— Ai! — gritou quando uma das falsas moedas


de ouro feriu sua mão.


Outro assunto que queria discutir com tom: ele


não mencionara aquela


fantasia quando a contratou. Aliás, havia muita


coisa ainda para falar a


respeito.


A fantasia consistia em pequenos pedaços de


seda vermelha nos lugares


estratégicos e gaze quase transparente que


escondia os outros. E uma


porção de ridículas moedas de ouro. Todas as


vezes que ela se movia, as


benditas moedinhas tilintavam como enfeites


chineses que vibram ao vento.


— Você está pronta? — uma voz estranha


sussurrou.


— Sim. — Não, não realmente — Eu devia estar


em casa, assis­tindo tevê —


murmurou ela. — Exceto que não tenho


televisão.


— Silêncio — recomendou-lhe a voz.


Como se o solteiro daquela noite não fosse suspeitar


que alguém estivesse


dentro do falso bolo de papelão de três andares. Só


se fosse muito tolo.


Ela não


teve tempo de ponderar sobre tal pensamento


quando a caixa começou a


rolar.



— Ei, devagar — gritou Dulce quando uma


tábua bateu no seu quadril. O


bolo parou comum solavanco. Sua cabeça bateu


contra o lado do sufocante



artefato de papelão. Ela passou a mão na testa


para massageá-la.


— Desculpe-me pela parada abrupta —


declarou a voz. — Baterei no bolo


três vezes. Será a dica para você pular fora.


Dentro do exíguo espaço do interior do falso


bolo, ela ouviu portas se


abrirem, seguidas por aplausos vigorosos. Ela


não havia feito cál­culos


matemáticos. Dallas, Texas, adicionado à festa


de despedida de solteiro e


álcool, significava problemas pela frente. Talvez


devesse ter considerado


aquele trabalho mais cuidadosamente.




continua

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