
— Você não precisava ter se incomodado. maite
jamais sentiria falta dele.
— O vestido não era meu. Tinha que devolvê-lo.
— Sim. Você é muito honesta.
Ela corou fortemente e queria disfarçar o rubor.
Ele não a deixava esquecer o que ela dissera à
preciosa maite.
— Isso é tudo o que você queria?
Ela sentiu-se enrubescer ainda mais. Como
poderia dizer a um estranho que estava grávida
de seu filho? Ajudaria se apenas ele não fosse
tão absurdamente bonito e sexy.
E aqueles sonhos que a incomodavam o tempo
todo? Quantas vezes acordara pensando nas
mãos másculas acariciando-a, pressionando o
corpo nu contra o seu? Dois corpos fundindo-se
no calor da paixão. Ela fechou os olhos,
gemendo.
— Você esta doente? — perguntou ele com voz
preocupada.
dulce sentou-se na cadeira oposta à dele. O
estômago revolveu-se só de pensar na noite que
passaram juntos.
Ela abaixou a cabeça. anahi dissera que aquilo
poderia diminuir o enjôo.
— Você está doente? — repetiu ele.
— Não — murmurou ela. — Apenas grávida.
CONTINUA

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