
Muito bem, então ela fora um instrumento que
arruinara o futuro dele com maite. Agora, ele
pretendia arruinar-lhe a vida como vingança.
Certo, ele tinha uma aparência sexy. Mas, como
marido, ela tinha dúvidas. E como se eximir
daquela situação desagradável? Só havia um
meio: mentir.
Seus olhos se cruzaram, mas ela não conseguiu
manter o olhar e dizer o que pretendia.
Abaixando a cabeça, falou:
— E se o bebê não for seu? Ou talvez, eu não
esteja realmente grávida.
— Você fez o teste de gravidez?
— Bem, sim. Mas não consultei o médico.
— E o teste deu positivo?
Ele certamente não estava facilitando as coisas.
— Sim, mas...
— Poderia alguém mais ser o pai da criança?
dulce enrubesceu. Abriu a boca, mas as palavras
não saíram. Seus olhares se cruzaram
novamente, naquele momento, ela soube que
fora pega. Atuar nunca fora seu ponto forte.
— Isto foi o que pensei — murmurou ele com
um sorriso de satisfação!
Ele achava que tinha todas as respostas. Era a
hora de aprender que ela não obedecia a ordens
de ninguém.
— Entretanto, isso não significa que vou casar-
me com você.
— Você se casará — afirmou ele, dando a
partida no carro.
— Não, não me casarei.
Ele virou-se para ela.
— Você se casará comigo e essa criança terá
meu nome. Quer que eu lhe diga como sei disso?
Ela achava que não, mas ele não estava lhe
dando uma escolha.
CONTINUA

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